Pular para o conteúdo principal

Um nome

Já faz um tempo que venho ensaiando mudar o nome deste blog. Quando ele foi batizado, há cerca de três anos, de Água de Estrelas pareceu-me adequado já que o blog se pretendia como algo mais, digamos, poético. Muitos meses e postagens depois, o nome começou a me incomodar, não que o considere de todo mal, acho até simpático, mas simplesmente não combina com o que o blog se tornou e, menos ainda, com o que pretendo que ele ainda se transforme.
Sei lá, Água de Estrelas parece ingênuo demais, doce demais, fofo demais, bom para nome de blog da Sandy ou da Hannah Montana (ao menos da Sandy e da Hannah que habitam o imaginário popular, porque, dentro do armário delas ninguém sabe o que se guarda...).
A despeito disto, o nome continua aí com direiro a estrelinhas coloridas para ilustrar, mais naif impossível.
Confesso, sou um pouco ortodoxa para algumas coisas, de maneira que às vezes penso que o nome, por mais que eu queira, não deva ser mudado. Alterá-lo seria ferir a identidade do blog, torná-lo um impostor de si mesmo. Como se um cara se chamasse João da Silva e, de uma hora para outra, virasse Viktor Rudolfinni. Imaginem? Quem daria crédito a este cara, provavelmente nem ele mesmo... Claro que eu sei que estou viajando, um blog não é uma pessoa, é só um blog, melhor, só MAIS um blog, dentre os milhares de blogs existentes na net, quem se importa?
Também não tive, até o momento, uma idéia que me parecesse bastante boa para rebatizá-lo, na verdade não me dediquei muito a pensar nisto à sério. Gostaria de poder pedir sugestões aos meus inúmeros leitores, mas tenho medo de me perder em meio a enxurrada de mensagens que receberei (ahãm).
Vou trabalhar nesta idéia com mais carinho, como gostaria de tratar com mais carinho este cantinho perdido na rede que me é tão caro. Escrever mais e melhor, cuidar do seu visual, enfim... Nem sempre a importância das coisas para nós é proporcional ao espaço que elas tomam na nossa vida quotidiana.
Enfim, voltarei a este tema assim que tiver uma nome que me pareça bom para oficiliazar o re-batismo do Água, quem sabe marco até um churrasquinho para os amigos? Quem sabe?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Diário de Punta ??!!

Boa noite inúmeros!Sentei-me aqui nesta noite de domingão disposta a dar início, como prometido, à série Diários de Punta, na qual pretendia compartilhar com vocês algumas experiências vividas por mim em recente viagem de férias à cidade de Punta del Este no Uruguai. Porém, todavia, entretanto, pensando melhor, cheguei a conclusão de que seria desnecessário tendo em vista que isto aqui não é um guia de viagens, além do mais, um diário só teria sentido se tivesse sido escrito em tempo real e in loco . Sendo assim, já que meu objetivo é tão somente dividir as minha impressões sobre a cidade, resolvi fazer um post no melhor estilo "Amar é...", então lá vai o que, para mim, Punta é...: - Punta é jogar US$ 20,00 no cassino, ganhar US$ 56,00 e ficar emocionadíssima com seu baldinho de moedas se sentindo a pessoa mais sortuda do mundo. - Punta é ficar p da vida por pagar o equivalente a R$ 50,00 por um café da manhã numa padaria. - Punta é estar de biquíni na praia tomando o maior s...

Um mês de treino - A saga continua.

E eis que, na semana passada, chegamos à nossa quarta semana de treino. Sim! Completamos um mês do nosso grupo de corrida. Parabéns para a gente, nessa data querid... Tá certo, ainda é um pouco cedo para comemorações muito efusivas. Não sei qual é o tempo, cientificamente falando, pelo qual temos que praticar alguma atividade para que ela passe a ser considerada um hábito. Talvez ainda estejamos apenas vivenciando a empolgação inicial. Fato é que já sentimos progressos e o mais legal de tudo – pelo menos no meu caso – é que já consigo sentir algum prazer durante a corrida, que antes não passava de pura tortura.  Um prazer pequeno, é verdade (nada de orgasmos múltiplos esportivos). Ainda falta o fôlego, ainda dói um tiquinho aqui e ali, ainda dá vontade de sentar quando passo perto de um banco no parque... mas a   hashtag   #voumorreragora já não é trending topic na minha cabeça durante todo o percurso. E para comemorar nosso primeiro mês como um grupo de...

La vie en rose - Capítulo I

Creio que é algo bem comum, ao voltarmos de uma viagem que curtimos muito levamos um certo tempo até desapegar, até conseguir voltar a real realidade da nossa vida cotidiana. Então, sem constrangimento, admito viver uma certa depressão pós momentos la vie en rose vividos no curto espaço de oito dias passados em Paris. Confesso que ainda não havia dado tempo de sentir saudades da minha rotina paulistana quando chegou a hora de voltar. Mas, como a vida não é novela das nove, aproveito esta última tarde de preguicinha para compartilhar com vocês algumas observações e fatos sobre a cidade luz sob a ótica de uma brasileira de primeira viagem. Feito isto, buscarei, no âmago mais profundo do meu ser, forças para retomar o dia-a-dia glamour zero, com plus de TPM que é para ser a cereja do bolo. - Primeiro mito quebrado: "se você não falar francês, será maltratada, os franceses detestam que falem em inglês" Olha, a não ser que eu tenha dado, assim, uma sorte colossal de Deus ...