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Postagens

Playlist - Pais e filhos.

Na última vez em que fiz uma playlist aqui no blog os dinossauros ainda andavam sobre a Terra ou coisa assim.  Mas antes tarde do que nunca! Vamos a uma seleta seleção (oi redundância!) de músicas feitas para ou sobre pimpolhos (ou não tão pimpolhos assim) por seus pais.  Preparem-se para fofura, beleza e pureza de sentimentos. O critério da seleção? Meu gosto pessoal "ó-be-veo"! Para curtir com os pequenos ao lado ou não. 1º - Vos Sabes (Los Fabulosos Cadillacs) Singela, fofa. Mostrando que até aquele pai com uma cara meio "tô nem aí', tipo o Vicentico, também tem um coração de manteiga. 2º - Noctiluca (Jorge Drexler) Só o Jorgito para fazer uma poesia assim, meio existencialista, para falar da paternidade com tamanha graça. Tá, tá, já estou me exaltando de tanto amor. Ai Jorgito, rs. 3º - Jay-Z Blue (Jay Z) Toda essa coisa meio complicada do nosso Jay-Z, aqueles pensamentos tortuosos metralhados em rimas. No fundo só que o bem da fofa da Bl...

A louca dos gatos.

  Acho que estou perdendo meu bom-humor. A capacidade de lidar com tudo de forma mais leve. Tá. Pode parar. Eu nunca lidei com nada de forma leve. Ao menos, porém, conseguia lançar mão da ironia e do sarcasmo auto-dirigido.   Agora, nem isso. Antes de pensar em fazer piadinha, já estou escrevendo mentalmente tratados niilistas sem graça nenhuma.    O blog mesmo é uma prova disso, façam o teste da barrinha de rolagem. Quando foi o último post “engraçadinho”? Aliás, quando foi o último POST?!  (Continue lendo, vá!)

Sim e Nãos.

- Bom dia. - Bom dia.  Documento, por favor. - Claro. - Sinto muito, mas o senhor não vai poder entrar. - Como? - Exato, senhor. - Olha, deve estar havendo algum engano.  Pode checar a lista novamente? Eu fui convidado. - Sem engano senhor... Sim, correto? - Exato, Sim. - Justamente. Sins não são aceitos, somente Nãos. - Como é que é? - São normas senhor. Aqui só recebemos Nãos. - Mas, minha senhora, não faz o menor sentido. Como eu disse, fui convidado! Mais de uma vez, até. - Sinto muito senhor.  Nada de Sins - Mas... Eu trouxe presentes. Olha aqui! - Infelizmente não vou poder liberar sua entrada. Agora, o senhor poderia me dar licença? Olha a fila de Nãos esperando, o senhor está atrapalhando a passagem. - Mas... - Por favor, senhor. Compreenda. - Posso, pelo menos, deixar os presentes com um cartão. Alguém pode entregar? - Não. O sistema não permite. - Quer dizer que não há nada que eu possa fazer? Não posso entrar, n...

No raso ou A incômoda sensação de, não sendo a Cléo, tornar-se um pires.

Vocês às vezes tem a sensação de que estão ficando burros? Ou que são cobaias num processo de superficialização comandado por seres alienígenas como num conto do Isaac Asimov?  Eu sim e essa sensação me incomoda como uma pedrinha, daquelas bem pontudas, no sapato. Acho que até já escrevi sobre isso aqui, não lembro quando, mas a cada dia me vejo menos capaz de fazer uma reflexão profunda sobre o que quer que seja. É isso, parece que estou ficando rasa, como se há alguns anos fosse uma bacia e, agora, estivesse me convertendo num pires (e nem é o caso de ser a Cléo).  Na verdade essa metamorfose não é um privilégio meu, há muitos estudiosos que defendem a tese de que A Sociedade (essa entidade a qual a gente pertence, mas parece que não é muito da nossa conta) está mais rasa em suas análises, na aplicação de seus conhecimentos, em última instância,  na sua vida. A relação entre quantidade e qualidade de informação e estímulo está longe de ser proporcional.  H...

Agora só faltam 25!

A quem interessar possa, dos 26 itens desta lista aqui , até o momento, só posso dar check em um ( shame on you Luciana):  escrever uma poesia. Me perdoem os poetas, sei que há normas, técnicas, premissas para que um texto possa ser considerado, de fato, um poema. Seguramente eu infringi todos ou quase todos, mas convenhamos, para o fim a que se propõe, acho que está bem válido! É claro que não vou explicá-lo, poesia não se explica.  Apenas espero que possa tocar alguns de vocês de algum modo, em algum grau. Terá atingido, então, seu propósito. Então é isso. Escrevi meu poema, espero que tenham gostado. Torçam aí para que eu possa fazer as outras coisas,  já que o tempo ultimamente está no nível escolher entre comer, tomar banhou ou dormir.   Tá bem, vocês já devem estar pensando “lá vem ela com desculpas”, não é a intenção. Fico por aqui hoje, espero voltar em breve. Um ótimo final de semana para vocês!

Carne

Carne. Carne viva. De tanto apanhar. De tanto esperar o próximo tapa, o próximo chute. Trêmula e quente. Viva.  Sempre a espera da próxima compressa de alívio temporário. Breve respiro. Antes do novo vergão. Vermelho. Viva. Nervos e pele. Sangue que segue correndo. Escorrendo. Quente como lágrima. Viva. C arne que grita. Por socorro ou fé. Duvida. E, ainda sim, grita. Carne sua. Sua? Viva.
Setembro de 2013, estou a 3 meses de completar 36 anos e,  quando o aniversário que vai te deixar, oficialmente, mais próxima dos quarenta do que dos trinta se aproxima, você começa a pensar um pouco na vida (não que eu precise de pretexto para isto). Então numa dessas sessions de pensamentos vagos sobre minha vida pré-36 me ocorreu uma ideia nada genial - que já fique logo claro - mas que pode render, ao menos, uma movimentação de posts neste blog que anda tão paradinho. 26 coisas para fazer antes dos 36. Isso,  2 6 coisas para fazer antes dos 36,  a série, a lista que eu pretendo cumprir antes do dia sete de dezembro deste ano.  Calma, não esperem uma daquelas listas mirabolantes no estilo: escalar o Himalaia, acampar na ilha de Pascoa ou fazer um flash mob na rampa do Palácio da Alvorada. Até porque faltam só 03 meses e a pessoa aqui tem que trabalhar, meu povo!  Uma lista de coisas prosaicas, bobas até, mas que por alguma razão ­- que eu ...